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Como começou essa história?
O sonho de montar essa Associação começou com uma injustiça!
Ao serem multadas em R$ 8.900,00, simplesmente por passearem com seu motorhome em Guarujá/SP, Gizele Miranda e Silvana Gonçales sentiram na pele o que cada vez mais viajantes vêm enfrentando em todo o Brasil: o direito de ir e vir sendo violado (Clique aqui e veja a multa), pois receberam uma multa altíssima, mesmo estando amparadas por Mandado de Segurança (Clique aqui e veja o Mandado de Segurança).
Em vez de aceitarem o absurdo, elas decidiram agir:
MESMO NÃO SENDO ADVOGADAS, levaram a indignação ao Ministério Público de Guarujá/SP. Essa coragem resultou em uma grande vitória para todos: O Tribunal de Justiça de São Paulo declarou inconstitucional a Lei Municipal 291/2021 (Processo 212690142.2024.8.26.0000 - (Clique aqui e veja o Acordão). Nesse momento, a multa abusiva não pode ser aplicada a motorhomes, trailers, ônibus, micro-ônibus e similares que visitam Guarujá/SP.
A Associação lutará pelo quê?
A Associação lutará, especialmente, pelo direito de ir e vir e direito ao lazer de motorcampistas, campistas e turistas
Em tese, essa luta poderia ser limitada aos motorhomes, porém, o crescimento de municípios que restringem o direito de ir e vir dos turistas, cobrando Taxas de Turismo/Taxa de Preservação Ambiental, independentemente do tipo de veículo, faz com que a luta precise ser ampliada para também questionar a constitucionalidade dessas Taxas de Turismo para proteger o direito de ir e vir dos turistas, especialmente, aqueles com menos recursos.
Embora nosso objetivo seja batalhar, especialmente, pela garantia do direito de ir e vir e direito constitucional ao lazer dos motorcampistas, campistas e turistas, não iremos esquecer do direito de permanecer dos moradores das cidades turísticas brasileiras e não iremos desconsiderar os interesses legítimos dos comerciantes locais. Além disso, também iremos tentar dialogar sobre o direito de permanecer/moradia dos proprietários de motorcasas, campers, trailers e afins.
Gizele e Silvana acreditam que mais que um hobby, mais que uma terapia, o campismo precisa ser visto como uma cultura, porque a cultura cria mercado; o mercado gera dinheiro; o dinheiro cria oportunidades; as oportunidades geram negócios; os negócios constroem empresas; as empresas criam empregos; os empregos contribuem para a estabilidade social; e a estabilidade social transforma o mundo em um lugar melhor para todos.
A Expo Motorhome, realizada em Pinhais (PR), é a prova disso: Em apenas cinco dias, movimentou cerca de 600 milhões de reais em 2025 (Clique aqui).
Essa Associação tem tudo para dar certo, porque o movimento campista vem crescendo no Brasil e a indignação com o aumento de normativas que restringem o o direito de ir e vir de viajantes também está crescendo - Essa Associação precisa existir e tem que ser agora!
O ímpeto de lutar por direitos não começou agora: Além de terem iniciado a luta que culminou com a derrubada de uma das leis mais restritivas contra motorhome do Brasil em Guarujá, como dito acima, desde 2018/2019, Gizele e Silvana lutam por direitos sobre motorhomes e dão dicas para outros motorcampistas conseguirem documentar seus veículos.
Como exemplo de experiência, cita-se quando o DETRAN de Bauru/SP dificultou a regularização do motorhome delas e para terem seu direito reconhecido, foi preciso entrar com uma ação na Justiça.
Elas venceram! E venceram duas vezes: Não apenas conquistaram a documentação correta, como ainda obtiveram na Justiça a condenação do DETRAN ao pagamento de R$5.000,00 de danos morais (TJ/SP – 0013197-08.2020.8.26.0071 - (Clique aqui e veja a sentença) e (Clique aqui e veja o Acórdão).
Essa vitória foi um sinal claro de que, quando se luta pelo justo, o caminho se abre. E é esse espírito de resistência, coragem e amor pela vida sobre rodas que inspira a criação dessa Associação para que seja possível obter resultados coletivos, invés de individuais.
É notório que as normas restritivas que multam viajantes e criam taxas para turistas estão se multiplicando exponencialmente em nosso país - Os direitos de ir e vir, propriedade, função social da propriedade, gratuidade do uso de áreas públicas, entre outros, estão em risco! Daí a certeza da necessidade da criação dessa Associação.
Como cidadã, Gizele já plantou sementes para tentar questionar normas restritivas em outros 5 estados, porém, o andamento não tem sido como ela imaginava.
Por essas e por outras, têm convicção que essa luta precisa ir além da força individual para ter mais chances de vitória, pois assim, será possível tentar defender os interesses coletivos dos motorcampistas e turistas, como pessoa jurídica, diretamente com a Sociedade Civil, Defensoria Pública, Poder Judiciário, Poder Executivo, Conselhos Municipais do Turismo, Secretárias de Turismo e Secretárias de Meio Ambiente. Por isso, tirar essa Associação do papel é, de fato, muito importante para os viajantes de todo Brasil.
A Associação lutará para alcançar, ao menos, 2.000 associados, distribuídos em pelo menos 9 estados.
Inicialmente, a Associação Constitucionalizar será financeira e juridicamente vulnerável, razão pela qual irá tentar atuar por meio das Defensorias Públicas, contudo, o objetivo é que, com o tempo, a Associação Constitucionalizar prospere com a adesão de associados e deixe de ser vulnerável, passando a atuar diretamente nas demandas da Associação.
Gizele e Silvana caminharam sozinhas até onde conseguiram, inclusive, arcando sozinhas com custos financeiros necessários para fazer esse site, formalizar a Associação, entre outras, porém, daqui para frente, não podem mais continuar sozinhas.
As responsabilidades serão muitas e será necessário ter uma reserva financeira considerável para iniciar o ajuizamento de ações por conta própria, sem preocupações de falta de recursos para continuidade das ações ao longo do tempo. Portanto, a cada grupo de 200 associados, será dado mais um passo, conforme será demonstrado abaixo.
Por R$ 1,00 por dia, ou seja, R$ 30,00 ao mês, você se torna parte dos primeiros 2.000 motorcampistas e/ou turistas que vão tentar escrever um novo capítulo da liberdade no Brasil.
Infelizmente, lutar por direitos no Brasil não é barato. Além dos custos administrativos mensais, devido à natureza contenciosa da Associação, acredita-se que haverá muitas despesas com viagens de advogados por todo o Brasil, além de eventuais custas processuais e sucumbências, quando a Associação passar a atuar judicialmente por conta própria.
Gizele e Silvana estão arcando sozinhas com diversos custos e estão dispostas a lutar, mas não irão comprometer suas finanças pessoais, além de seus limites, se não tiverem apoio financeiro de outros associados.
As ações judiciais, via de regra, prolongam-se no tempo, por isso, não basta ter recursos para o pagamento de apenas alguns meses para o escritório de advocacia - O compromisso tem que ser honrado mensalmente, até o final da ação.
Então, se você também acredita que o direito de ir e vir é um direito inalienável e não um privilégio, junte-se a esse movimento constitucionalista democrático apartidário e faça parte dessa mudança!
Sim! Haverá esforços em busca de descontos de produtos e serviços para os associados que pagarem suas contribuições em dia para ajudar a honrar os compromissos financeiros da Associação.
Agiremos em 4 frentes:
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Primeira Fase - Requerimento à Defensoria Pública para adoção de medidas cabíveis para:
OBSERVAÇÃO: Caso as Defensorias recusem o atendimento à Associação Constitucionalizar, a Primeira Fase será realizada diretamente por escritório jurídico contratado para adoção das medidas cabíveis. Caso as Defensorias aceitem os requerimentos, a Associação Constitucionalizar irá priorizar a assessoria jurídica individual aos associados e, posteriormente, passará a atuar em ações coletivas, tão logo tenha condições financeiras de arcar com os custos jurídicos dessa atuação.
- mínimo para cada membro
(R$4.860 a cada mil associados)
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Além disso, clique abaixo e veja os extratos mensais da conta bancária e os balanços contábeis da Associação.
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